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Uma reflexão independente sobre a mídia.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

AGORA É OFICIAL!


A Sociedade Educativa 'Observatório da Comunicação Institucional' (O.C.I.) inova e lança:

AUDITORIA FUNCIONAL DA COMUNICAÇÃO com aferição do Índice de Transparência Ativa

- Se você é gestor e quer saber se a sua organização é transparente, contrate

- Se você é profissional experiente no campo da Comunicação e quer ser um auditor, credencie-se

DIA 23/05 - 18 horas - São Paulo: no Congresso Mega Brasil de Comunicação - Sala Turquesa 6.

ENTRADA FRANCA!

sexta-feira, 3 de março de 2017

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Neste 1o. de março...

... aniversário da cidade do Rio de Janeiro – que tão bem nos acolheu pessoal e profissionalmente –, apresentamos o PROFFICE Consultório de Relações Públicas.

Entre em contato – a casa é sua:

marcondesneto@yahoo.com | 21 99490-0711 | www.proffice.net.br

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Há dias em que editoriais e textos de opinião valem a pena.


Deu n'O Globo de hoje:

Esculhambação institucional - por Denis Lerrer Rosenfield (P. 12)

LINK - http://oglobo.globo.com/opiniao/esculhambacao-institucional-20621511


Parece Sucupira - por Cid Benjamin (P. 13)

LINK - http://oglobo.globo.com/opiniao/parece-sucupira-20621782


O pensamento mágico - por Fabio Giambiagi (P. 13)

LINK - http://oglobo.globo.com/opiniao/o-pensamento-magico-20621696

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Deu n'O Globo de ontem: 

Mãe Joana - por Luis Fernando Veríssimo

LINK - http://noblat.oglobo.globo.com/cronicas/noticia/2016/12/mae-joana.html


A tradição cultural do jeitinho - por Cacá Diegues

LINK - http://oglobo.globo.com/opiniao/a-tradicao-cultural-do-jeitinho-20622262


Século global - Por Sérgio Besserman Vianna

LINK - http://noblat.oglobo.globo.com/geral/noticia/2016/12/seculo-global.html

Mas... quem lê tanta notícia?
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sábado, 1 de outubro de 2016

Do trivial variado ao... fim do mundo.

A edição do jornal O Globo deste domingo, 01/10, traz pérolas brasileiras, genuínas jabuticabas:

(1) Ônibus do 'Metrô na superfície' não têm vistoria... (P. 20). E ninguém tem nada com isso - o eterno deixa-que-eu-deixo entre governo do estado e prefeitura. A degradação deste serviço já foi objeto deste escriba - clique aqui.

(2) Algo que não existe... transparência... na administração pública (P. 8) - clique aqui.

(3) Nepotismo cruzado (P. 9) em campanha de vereadores (mais uma inovação do 'jeitinho brasileiro' - clique aqui

(4) Cidadão inscrito na dívida ativa do IPTU concorre (é líder nas pesquisas!) à... prefeitura de Belo Horizonte. O mínimo que devia existir é a impossibilidade de quem deve à prefeitura candidatar-se a prefeito. (P. 12).  

(5) Um cabo eleitoral (pago) para cada três eleitores. Para quem não acredita em 'compra de voto' e 'abuso do poder econômico em eleições', um prato cheio (P. 17)
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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Contra fatos noticiados não há mais argumentos privados.

Em 13 de setembro de 2015, dei como certa a queda de Dilma Rousseff (http://marcondes-at-blog.blogspot.com.br/2015/09/providencie-lencos-de-papel-para-o.html) a partir de uma notícia, na imprensa: a 'CEF' acionara a Justiça por 'saques da União a descoberto'.

Como se sabe, o jornalismo tem essa peculiaridade de transformar um dado comezinho em fato universal. Henfil ensinou-nos que algo aconteceu de verdade porque 'Deu no New York Times'.

Richard Nixon caiu porque absurdos da política (que acontecem cá como lá nos EUA, de forma oculta) foram parar nas páginas do jornal 'Washington Post'.

A personagem 'pública' de Julia Roberts no filme 'Nothing Hill' diz, a um atônito 'anônimo', vivido por Hugh Grant, que '... para pessoas públicas, essas fotos estarão lá para sempre...' comentando a imagem - publicada - deles, juntos.

Pois bem, com a notícia da delação premiada de Sergio Machado, dou como certa a queda de Michel Temer. Quem pede recursos - na política - mesmo os 'contabilizados', sabe que tal dinheiro vem de 'gorduras' em contratos públicos.

Doadores PJ, simplesmente, não retiram parte de seus lucros para fazer política cidadã. Querem-nos de volta em contratos, aditivos, 'obras emergenciais sem licitação pública' etc.

O Brasil organiza - e é bastante caro - eleições a cada dois anos. Este ano, teremos eleições - hora mais que certa para incluir no pleito a escolha popular para a presidência da República.
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